Indago o início, culpo a juventude
O descompasso do presente.. não!
Apenas a mente descontente
que não se satisfaz com a plenitude
Sanidade, frágil pluma
Pensamentos, forte vento
A brisa que me acalma
Também me deixa no relento
A graciosa infinita melodia
é mera sinfonia desacertada
assim balbucio desesperadamente
"Ficará assim, realmente?"
E a graciosa harmonia, néctar dos deuses
Uma vez alcançou o Olimpo!
E as rimas, produto de amor latente
Enfim, tem seu fim.
domingo, 28 de março de 2010
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