domingo, 26 de agosto de 2012

"Smoke your heart out" é uma ótima frase pra uma música.
*procura no google*
191.000 resultados.

Fuck this shit.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

quarta-feira, 9 de março de 2011

Eu?

Deixo meus escritos como deixo minha alma.

A esquecida estante empoeirada:
O pó e a teia cresce num ritmo débil;
O peso dos estrangeiros enverga a madeira;

Estrangeiros? Não sei ao certo, pois talvez seja eu o todo.
Deleito-me na frustrada tentativa de separar a sujeira do não sujo.
Surpreendo-me nas surpresas que já tinham há tempo sido anunciadas.

Seria isso o orgulho? Seria isso a vergonha?

Todo ou parte, isso tanto faz - eles me enxergam por fora.
Essa estante há de ser vitrine, por ora.
Limpe. Arrume. Exponha o magnífico, o impecável.
Já não importa se o limpo é o que existe de mais sujo.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

tumtum

Ah. Doce saber que continua no caminho do seu sonho.
Os dias de espera espremiam minha crença e dela tirava agonia.
E pensar que analisar cada traço e cada palavra mal escrita trouxesse tanto alívio...
curioso, mágico e sublime. Já não tento mais me entender.

Vejo as pombas satisfeitas pelas migalhas. Quanta lentidão nas reflexões.
Seres estúpidos conseguem alcançar esse grau de sabedoria.
Talvez seja tarde demais pra tudo. Talvez cedo demais.
Assim acompanho esse fluxo inconstante chamado tempo.

É, hoje vou dormir feliz.

domingo, 24 de outubro de 2010

Fantasias.

Saudades de você. Mas você morreu.
Saudades do você que partiu.
Saudades do você que não existe mais.

Olho pra trás; eu te matei.
Matei na minha insanidade.
E hoje, menos são, vejo a brutalidade.
Sufoquei-te nas frivolidades.

Seria diferente, hoje.
Mas só porque te matei.
É indiferente, hoje. Adeus.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Blackjack!

Entre proteção ou indiferença, fico com a última.
Pois, na primeira, não é a última que fica.

Quanto a mim, ficou a esperança, que matou a indiferença.
Porém o tempo, senhor absoluto, apaga mesmo a sempre última.
Vejo a hora. Já é tarde, passou.
Amargo, suspiro. O dia passou.

Não, não aconteceu. Talvez é melhor assim, afinal.
Afinal, se espero é porque não estou preparado.
Assim divago, assim distraio, assim supero.
Assim, assim...

E finalmente, dou adeus. Foi bom, muito bom.
Seja feliz, assim, assim.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Thanatos

Os conteúdos não trabalhados ficam inertes em meu inconsciente. Esqueço, mas não apago.
Sonhos que seriam sonhos, mas que hoje são pesadelos. É, talvez agora eu não queira mais sonhar.

E aviso para os co-tripulantes:
-Suicídio deve ser pleno.

Sinto mais uma vez o gelado e o amargo descendo em mim, alterno com um trago.

Nada mais me resta? Longe disso.
Encanto-me novamente por belos sorrisos plásticos. Divago novamente em incertezas. As curvas desse mundo são infinitas, mas poucas preencheriam mãos e alma. Suspiro. Puxo. Avivo. Solto.

Já com sono, desmonto-me na cama, com especial atenção para não mexer a cabeça. Mas já não me importa mais, esse não é meu domínio. Maldito inconsciente.