Os conteúdos não trabalhados ficam inertes em meu inconsciente. Esqueço, mas não apago.
Sonhos que seriam sonhos, mas que hoje são pesadelos. É, talvez agora eu não queira mais sonhar.
E aviso para os co-tripulantes:
-Suicídio deve ser pleno.
Sinto mais uma vez o gelado e o amargo descendo em mim, alterno com um trago.
Nada mais me resta? Longe disso.
Encanto-me novamente por belos sorrisos plásticos. Divago novamente em incertezas. As curvas desse mundo são infinitas, mas poucas preencheriam mãos e alma. Suspiro. Puxo. Avivo. Solto.
Já com sono, desmonto-me na cama, com especial atenção para não mexer a cabeça. Mas já não me importa mais, esse não é meu domínio. Maldito inconsciente.
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
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