quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Thanatos

Os conteúdos não trabalhados ficam inertes em meu inconsciente. Esqueço, mas não apago.
Sonhos que seriam sonhos, mas que hoje são pesadelos. É, talvez agora eu não queira mais sonhar.

E aviso para os co-tripulantes:
-Suicídio deve ser pleno.

Sinto mais uma vez o gelado e o amargo descendo em mim, alterno com um trago.

Nada mais me resta? Longe disso.
Encanto-me novamente por belos sorrisos plásticos. Divago novamente em incertezas. As curvas desse mundo são infinitas, mas poucas preencheriam mãos e alma. Suspiro. Puxo. Avivo. Solto.

Já com sono, desmonto-me na cama, com especial atenção para não mexer a cabeça. Mas já não me importa mais, esse não é meu domínio. Maldito inconsciente.