Ah. Doce saber que continua no caminho do seu sonho.
Os dias de espera espremiam minha crença e dela tirava agonia.
E pensar que analisar cada traço e cada palavra mal escrita trouxesse tanto alívio...
curioso, mágico e sublime. Já não tento mais me entender.
Vejo as pombas satisfeitas pelas migalhas. Quanta lentidão nas reflexões.
Seres estúpidos conseguem alcançar esse grau de sabedoria.
Talvez seja tarde demais pra tudo. Talvez cedo demais.
Assim acompanho esse fluxo inconstante chamado tempo.
É, hoje vou dormir feliz.
terça-feira, 16 de novembro de 2010
domingo, 24 de outubro de 2010
Fantasias.
Saudades de você. Mas você morreu.
Saudades do você que partiu.
Saudades do você que não existe mais.
Olho pra trás; eu te matei.
Matei na minha insanidade.
E hoje, menos são, vejo a brutalidade.
Sufoquei-te nas frivolidades.
Seria diferente, hoje.
Mas só porque te matei.
É indiferente, hoje. Adeus.
Saudades do você que partiu.
Saudades do você que não existe mais.
Olho pra trás; eu te matei.
Matei na minha insanidade.
E hoje, menos são, vejo a brutalidade.
Sufoquei-te nas frivolidades.
Seria diferente, hoje.
Mas só porque te matei.
É indiferente, hoje. Adeus.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Blackjack!
Entre proteção ou indiferença, fico com a última.
Pois, na primeira, não é a última que fica.
Quanto a mim, ficou a esperança, que matou a indiferença.
Porém o tempo, senhor absoluto, apaga mesmo a sempre última.
Vejo a hora. Já é tarde, passou.
Amargo, suspiro. O dia passou.
Não, não aconteceu. Talvez é melhor assim, afinal.
Afinal, se espero é porque não estou preparado.
Assim divago, assim distraio, assim supero.
Assim, assim...
E finalmente, dou adeus. Foi bom, muito bom.
Seja feliz, assim, assim.
Pois, na primeira, não é a última que fica.
Quanto a mim, ficou a esperança, que matou a indiferença.
Porém o tempo, senhor absoluto, apaga mesmo a sempre última.
Vejo a hora. Já é tarde, passou.
Amargo, suspiro. O dia passou.
Não, não aconteceu. Talvez é melhor assim, afinal.
Afinal, se espero é porque não estou preparado.
Assim divago, assim distraio, assim supero.
Assim, assim...
E finalmente, dou adeus. Foi bom, muito bom.
Seja feliz, assim, assim.
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Thanatos
Os conteúdos não trabalhados ficam inertes em meu inconsciente. Esqueço, mas não apago.
Sonhos que seriam sonhos, mas que hoje são pesadelos. É, talvez agora eu não queira mais sonhar.
E aviso para os co-tripulantes:
-Suicídio deve ser pleno.
Sinto mais uma vez o gelado e o amargo descendo em mim, alterno com um trago.
Nada mais me resta? Longe disso.
Encanto-me novamente por belos sorrisos plásticos. Divago novamente em incertezas. As curvas desse mundo são infinitas, mas poucas preencheriam mãos e alma. Suspiro. Puxo. Avivo. Solto.
Já com sono, desmonto-me na cama, com especial atenção para não mexer a cabeça. Mas já não me importa mais, esse não é meu domínio. Maldito inconsciente.
Sonhos que seriam sonhos, mas que hoje são pesadelos. É, talvez agora eu não queira mais sonhar.
E aviso para os co-tripulantes:
-Suicídio deve ser pleno.
Sinto mais uma vez o gelado e o amargo descendo em mim, alterno com um trago.
Nada mais me resta? Longe disso.
Encanto-me novamente por belos sorrisos plásticos. Divago novamente em incertezas. As curvas desse mundo são infinitas, mas poucas preencheriam mãos e alma. Suspiro. Puxo. Avivo. Solto.
Já com sono, desmonto-me na cama, com especial atenção para não mexer a cabeça. Mas já não me importa mais, esse não é meu domínio. Maldito inconsciente.
sexta-feira, 11 de junho de 2010
domingo, 28 de março de 2010
Prelúdio para o nada.
Indago o início, culpo a juventude
O descompasso do presente.. não!
Apenas a mente descontente
que não se satisfaz com a plenitude
Sanidade, frágil pluma
Pensamentos, forte vento
A brisa que me acalma
Também me deixa no relento
A graciosa infinita melodia
é mera sinfonia desacertada
assim balbucio desesperadamente
"Ficará assim, realmente?"
E a graciosa harmonia, néctar dos deuses
Uma vez alcançou o Olimpo!
E as rimas, produto de amor latente
Enfim, tem seu fim.
O descompasso do presente.. não!
Apenas a mente descontente
que não se satisfaz com a plenitude
Sanidade, frágil pluma
Pensamentos, forte vento
A brisa que me acalma
Também me deixa no relento
A graciosa infinita melodia
é mera sinfonia desacertada
assim balbucio desesperadamente
"Ficará assim, realmente?"
E a graciosa harmonia, néctar dos deuses
Uma vez alcançou o Olimpo!
E as rimas, produto de amor latente
Enfim, tem seu fim.
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