Era um perdido, um sem rumo. Amigos? Mera necessidade efêmera, algo como defecar, estúpido hábito de um corpo irracional.
Já não se sentia humano, e nem precisava se sentir, estava satisfeito. A palavra filho da puta era motivo de orgulho. Traições, mentiras e seu sorriso cínico. Era tudo de que precisava para passar seus dias. Tentava se convencer de que tudo que precisava era ser o grande filha da puta. Porém a tentativa era tão brilhante quanto seus atos. Não servia para nada, porém nunca admitiu isso para si mesmo. Afinal, só não conseguia porque realmente não queria, ou não.
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