terça-feira, 1 de julho de 2008

perplexidade das coisas óbvias.

Assim como a morte só existe com a vida, a traição só existe com amor.
Por que não construir o que destruímos em vez de destruir o que construímos?
A ordem, perversa. Mas natural.

Haveria o gozo sem o coito.
A reconciliação sem a briga.
A satisfação sem o esforço.
A felicidade sem motivos.

Porém.
Não existiria o amor, só confiança.
Felicidade sem sorriso.
Choro sem sentimento
Vida sem a música.

E.

Eu, sem meu amor.

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