Entre proteção ou indiferença, fico com a última.
Pois, na primeira, não é a última que fica.
Quanto a mim, ficou a esperança, que matou a indiferença.
Porém o tempo, senhor absoluto, apaga mesmo a sempre última.
Vejo a hora. Já é tarde, passou.
Amargo, suspiro. O dia passou.
Não, não aconteceu. Talvez é melhor assim, afinal.
Afinal, se espero é porque não estou preparado.
Assim divago, assim distraio, assim supero.
Assim, assim...
E finalmente, dou adeus. Foi bom, muito bom.
Seja feliz, assim, assim.
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